Carta que vale uma casa
Menino pede novo teto a parlamentar e ganha imóvel de R$ 70 mil na Providência
Rio - Do sonho à realidade em 43 dias. Em 5 de maio, o menino Bruno Henrique Cabral, 12 anos, sonhou que ganharia uma casa do projeto Cimento Social. Uma carta escrita por ele ao senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) mudou a vida da família: ontem, ele, os pais e os três irmãos ganharam um teto novo no Morro da Providência. O imóvel foi o sexto entregue na comunidade.
“Sei que tem pessoas que precisam mais, mas estou de favor na casa da amiga da minha mãe. As coisas para comer estão acabando. Com a casa mobiliada, minha mãe vai ter uma máquina de lavar para não precisar mais lavar minhas roupas e dos meus irmãos”, contou Bruno, aluno do 5º ano do Ensino Fundamental. Eles moravam num quarto de uma casa onde havia mais 5 pessoas.
O pai de Bruno, o carpinteiro Sinvaldo Ferreira da Costa, 40, ganha R$ 890 por mês e trabalhou na construção da sua nova residência.
“Eles viviam em um ninho de gato e o menino tem problema no pescoço por sempre dormir no sofá”, comentou Crivella, autor de emenda que prevê R$ 10 milhões para reformas e construções de casas na favela. O projeto conta com mais R$ 2 milhões da Prefeitura do Rio. Oitenta imóveis já foram reformados e mais 10 casas, construídas em outros municípios.
Fim das roupas guardadas em sacos
Acostumada a dormir com duas crianças em uma cama de solteira, a mãe de Bruno, a dona de casa Laura Ângelo Henriques, 27, se emocionou ao receber a casa nova. “Antes nossas roupas ficavam em sacolas, amarrotadas. Agora temos até armário”, destacou.
A continuidade do Cimento Social aumenta a esperança de outras famílias que vivem em situações precárias. Com quatro filhos, o pedreiro Luiz Jorge dos Santos, 37, e a faxineira Adriana Araújo, 34, por exemplo, vivem em um cômodo de pouco mais de 3 m².
Imóveis erguidos em 5 dias e entregues com mobília
As casas têm dois andares com sala, cozinha, banheiro e dois quartos amplos. Os moradores recebem o imóvel mobiliado, com valor entre R$ 60 mil e R$ 70 mil. A estrutura é erguida em cinco dias.
“A ideia é jogar no chão o que está em lugar de risco e oferecer um lugar digno para quem vive em condições precárias”, explicou Crivella, que tentará incluir o Jacarezinho no projeto, através de recursos para as obras do Programa de Aceleração do Crescimento.
“Sei que tem pessoas que precisam mais, mas estou de favor na casa da amiga da minha mãe. As coisas para comer estão acabando. Com a casa mobiliada, minha mãe vai ter uma máquina de lavar para não precisar mais lavar minhas roupas e dos meus irmãos”, contou Bruno, aluno do 5º ano do Ensino Fundamental. Eles moravam num quarto de uma casa onde havia mais 5 pessoas.
O pai de Bruno, o carpinteiro Sinvaldo Ferreira da Costa, 40, ganha R$ 890 por mês e trabalhou na construção da sua nova residência.
“Eles viviam em um ninho de gato e o menino tem problema no pescoço por sempre dormir no sofá”, comentou Crivella, autor de emenda que prevê R$ 10 milhões para reformas e construções de casas na favela. O projeto conta com mais R$ 2 milhões da Prefeitura do Rio. Oitenta imóveis já foram reformados e mais 10 casas, construídas em outros municípios.
Fim das roupas guardadas em sacos
Acostumada a dormir com duas crianças em uma cama de solteira, a mãe de Bruno, a dona de casa Laura Ângelo Henriques, 27, se emocionou ao receber a casa nova. “Antes nossas roupas ficavam em sacolas, amarrotadas. Agora temos até armário”, destacou.
A continuidade do Cimento Social aumenta a esperança de outras famílias que vivem em situações precárias. Com quatro filhos, o pedreiro Luiz Jorge dos Santos, 37, e a faxineira Adriana Araújo, 34, por exemplo, vivem em um cômodo de pouco mais de 3 m².
Imóveis erguidos em 5 dias e entregues com mobília
As casas têm dois andares com sala, cozinha, banheiro e dois quartos amplos. Os moradores recebem o imóvel mobiliado, com valor entre R$ 60 mil e R$ 70 mil. A estrutura é erguida em cinco dias.
“A ideia é jogar no chão o que está em lugar de risco e oferecer um lugar digno para quem vive em condições precárias”, explicou Crivella, que tentará incluir o Jacarezinho no projeto, através de recursos para as obras do Programa de Aceleração do Crescimento.
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